SINOPSE
Transformações na arte desde o século XVI revelam um processo de emancipação gradual, inicialmente da Igreja e, posteriormente, do Estado no século XIX. Artistas começam a criar livremente, sem depender de encomendas, enquanto um novo mercado se forma, prometendo autonomia total. Contudo, essa liberdade traz à tona desafios que exigem uma nova reflexão sobre o papel do Estado na arte.
As propostas de “mercados sociais” surgem, sugerindo que a arte deve se engajar em questões sociais e econômicas. Entretanto, essa abordagem não resolve os problemas enfrentados pelos artistas, que continuam a lutar por reconhecimento e remuneração justa em um cenário dominado por interesses políticos e comerciais.