SINOPSE
Inovações na leitura da arte primitiva são apresentadas por meio de um conceito central: a agência. A produção artística, seja individual ou coletiva, é vista como dotada de intencionalidade, influenciando pensamentos e ações do público. A crítica às teorias existentes revela um ponto de vista ativo, questionando a exclusividade do status de arte a determinados objetos.
Essa reformulação propõe uma antropologia da arte como teoria da ação, onde objetos artísticos atuam como agentes em relações sociais. Exemplos variados, desde a arte europeia até a polinésia, enriquecem essa discussão.
