SINOPSE
Plantas como arruda e guiné, frequentemente ligadas ao continente africano, revelam a construção de saberes que emergiram das interações entre ngangas e pajés no Brasil. Esses itinerários etno-botânicos refletem um projeto de resistência negra, onde a arruda curou escravizados e a guiné influenciou senhores, ressignificando a luta por democracia.
Textos reunidos de uma autora contemporânea abordam temas relevantes entre 2017 e 2022, como a crise sanitária e a gestão da pandemia, além de questões agrárias e raciais. Juntos, oferecem uma nova perspectiva sobre a interconexão entre passado e presente, estimulando a imaginação de futuros alternativos.