SINOPSE
Refletir sobre o fazer como um ato crítico é essencial em um contexto onde a ação é muitas vezes vista apenas como resposta a demandas. A proposta é explorar diálogos com a filosofia, especialmente a francesa, e os pensamentos de figuras como Derrida, Deleuze e Foucault, que instigam uma nova compreensão sobre a arquitetura dos entre-lugares.
Esses espaços são apresentados como lacunas que conectam e criam novos sentidos, desafiando percepções superficiais. A análise de projetos arquitetônicos se torna um exercício indagativo, revelando lógicas subjacentes e ampliando a discussão sobre a construção do espaço urbano.
