SINOPSE
Explorações e disputas territoriais marcam a trajetória da Argentina desde os tempos de Colombo, quando a descoberta do Novo Mundo gerou tensões entre potências europeias. O Tratado de Tordesilhas, que dividiu o Atlântico entre Espanha e Portugal, estabeleceu os contornos dos impérios e suas ambições, moldando o futuro da região. A presença britânica, especialmente após a ocupação das Ilhas Malvinas, intensificou o nacionalismo argentino, que se transformou ao longo das décadas, refletindo mudanças sociais e políticas significativas.
O nacionalismo argentino ganhou força durante a Segunda Guerra Mundial, impulsionado por apelos à autossuficiência e à nacionalização de indústrias. A neutralidade do país durante o conflito trouxe repercussões, como a exclusão de programas de armamento pelos Estados Unidos, gerando inquietação nas Forças Armadas. A ascensão de líderes carismáticos, como Perón, se tornou inevitável em meio a um cenário de crescente popularidade e mobilização social.
