SINOPSE
Nas margens do Córrego da Onça, entre a realidade e o encantamento, florescem histórias de dor e renascimento. Araçá, uma jovem indígena corajosa, mergulha nas águas e desperta o espírito guardião Pepó, a Onça Pintada das Águas. Ao longo da narrativa, sinais da floresta e segredos dos pajés revelam a rica cultura da aldeia de São Miguel do Piracicaba.
Vozes humanas e não humanas entrelaçam-se em um tecido onde o tempo flui como água. Elementos da mitologia indígena e da oralidade viva ressaltam o poder das histórias em preservar memórias e culturas, convidando o leitor a ouvir os ecos da natureza.