SINOPSE
A política de Defesa Nacional enfrenta desafios orçamentários, competindo por recursos limitados com outras áreas governamentais. Entre 2009 e 2018, o Exército Brasileiro destinou mais de 80% de suas despesas ao pagamento de pessoal, deixando escassos recursos para pesquisa e desenvolvimento. Apesar da Estratégia Nacional de Defesa enfatizar a necessidade de um Brasil autossuficiente em produtos de defesa, os investimentos orçamentários revelam que apenas cerca de 4% do orçamento é alocado para essa área.
Diante desse cenário, surge a indagação sobre como os investimentos em pesquisa e desenvolvimento podem influenciar o Exército Brasileiro na consecução dos objetivos da Estratégia Nacional de Defesa, especialmente em relação ao Projeto Força Terrestre 2035.