SINOPSE
No ano de 1686, um jovem europeu chegou ao Colégio jesuíta de Quito, destinado a trabalhar com os Omáguas e outros povos da Amazônia. Durante sua convivência, ele registrou em seu Diário as experiências de suas missões, além de informações sobre disputas territoriais, a geografia local e as diversas etnias e seus costumes. Sua permanência na região se estendeu até sua morte, e seu legado o tornou uma figura emblemática na história da Amazônia.
Vários municípios do Alto e Médio Solimões, como Fonte Boa e Tefé, reconhecem sua influência na fundação de suas comunidades. A crença em sua figura e a construção de sua mitologia inspiraram a realização deste estudo, que explora a ação jesuítica e seu impacto na região.