SINOPSE
Estudos demográficos revelam que aqueles nascidos na década de 1960 estão vivendo, em média, mais vinte anos. Essa nova realidade exige uma reavaliação da velhice e da aposentadoria, desafiando a visão tradicional que associa esses momentos a uma vida de inatividade. Indivíduos na faixa dos 40 e 50 anos têm a oportunidade de redefinir a relação entre trabalho e aposentadoria.
O conceito de Economia do Conhecimento sugere que, no futuro, o trabalho físico será minimizado, enquanto a criatividade e a experiência se tornarão os principais ativos no ambiente profissional. Essa transformação promete uma nova era de oportunidades e desafios.








