SINOPSE
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Às vésperas de um importante evento ambiental em Belém do Pará, uma enigmática estátua de madeira aparece em um canal da cidade, intrigando historiadores e a população. Identificada como uma representação da “Nossa Senhora do Grande Rio”, a estátua revela um passado sombrio, pois abriga o corpo mumificado de uma mulher indígena condenada no século XVIII. A investigadora Eneida é chamada para desvendar esse mistério.
Conforme mais estátuas surgem, questões sobre colonização, contaminação dos rios e saberes ancestrais emergem. A narrativa entrelaça sátira e crítica social, convidando o leitor a refletir sobre a relação entre passado e presente, e a força da cultura indígena na atualidade.
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