SINOPSE
Revisitar um passado marcado pela dor e pela perda traz à tona sentimentos de alívio e nostalgia. A narrativa revela um universo onde a ameaça da morte pela aids permeia as relações afetivas, transformando a autoficção em um espaço de reflexão sobre a vida e a morte, onde a presença da enfermidade é inegável e impactante.
As interações com amigos e figuras icônicas da época, como Michel Foucault, enriquecem a trama, que se desvia da simples superação. O relato é uma profunda enunciação do indizível, onde o autor confronta sua própria fragilidade e busca exorcizar suas angústias.