SINOPSE
Quando um diagnóstico se transforma em um ponto de partida para uma revolução íntima, novas perspectivas sobre a vida emergem. Uma antologia visceral desafia o estigma do HIV/AIDS por meio da arte, onde a poesia e narrativas corajosas confrontam preconceitos e revelam memórias dos anos 80 até a realidade atual. Vozeiros se recusam ao silêncio, explorando temas como desejo, amizade e a vitória da ciência.
Além de abordar um vírus, a coletânea discute a sorofobia e a indetectabilidade, reafirmando o direito ao futuro. Uma leitura essencial para quem valoriza a vida em todas as suas nuances e riscos, celebrando-a com dignidade e humanidade.