SINOPSE
Analisando a corrupção do Direito pela lei e o estado de exceção, a narrativa se concentra no conflito entre Antígona e Creonte. A figura de Antígona é explorada sob diferentes perspectivas, questionando se ela é heroína ou criminosa, além de discutir a legitimidade do decreto de Creonte e a resistência de Antígona. A reflexão se estende à relação entre Direito, Filosofia e Arte, buscando entender como esses elementos coexistem e se influenciam mutuamente.
O estudo propõe uma nova visão do Direito, conectando-o à criatividade e à vida, em oposição à sua abordagem técnica e reprodutiva. Essa perspectiva visa romper com ciclos viciosos que ameaçam a essência do Direito, promovendo uma compreensão mais profunda e poética de sua função na sociedade.
