SINOPSE
Um casulo se forma a partir da transformação de uma lagarta, que se suspende de cabeça para baixo, tecendo seu próprio útero. Essa imagem poética revela a singularidade do processo de metamorfose, onde o umbigo externo simboliza a conexão com a essência. A narrativa explora a dualidade entre a metamorfose da lagarta e a complexidade do ser humano, que é multifacetado e difícil de compreender.
A jornada interna revela que a verdadeira transformação não se limita a um órgão, mas abrange a profundidade do ser. Assim, a autofagia da lagarta contrasta com a busca humana por autoconhecimento e identidade.