SINOPSE
Memórias individuais e coletivas se entrelaçam para dar visibilidade às experiências de povos que resistem e afirmam seu direito de existir. Nomes de mulheres como Sofia Lima dos Santos e Maria Raimunda Bitor revelam trajetórias marcadas pelo cuidado, pela luta e pela transmissão de saberes ancestrais, garantindo que injustiças não se tornem permanentes. Contar essas histórias é um ato fundamental de preservação da memória e fortalecimento dos direitos humanos.
O compromisso de um programa acadêmico com comunidades indígenas e quilombolas aproxima a produção do conhecimento da realidade amazônica. Essa trajetória destaca a importância das mulheres e dos saberes que sustentam a luta por justiça e dignidade na região.