SINOPSE
A conformidade contábil e normativa das entidades desportivas de futebol profissional no Brasil é analisada em relação à ITG 2003 (R1) e à Lei 9.615/98. A pesquisa qualitativa revela que, em 2016, as entidades da Série A apresentaram uma média de 84% de conformidade com a ITG e 78% com a Lei Pelé, sendo que apenas 25% dos clubes atingiram 100% de conformidade. Essa situação destaca a importância da adequação às normas e suas implicações legais para os dirigentes.
A necessidade de profissionalização nas áreas contábeis e administrativas é evidente, especialmente considerando a relevância econômica do esporte. Em um cenário onde a transparência e a responsabilização são cada vez mais exigidas pela sociedade, ações que promovam a atualização e a conformidade nas entidades desportivas se tornam essenciais para garantir a integridade e a sustentabilidade do futebol profissional.








