SINOPSE
Reflexões sobre os limites entre o afeto saudável e a fuga emocional são exploradas ao criar um bebê reborn como se fosse real. Com uma abordagem carinhosa, são apresentadas histórias marcantes e análises que alertam sobre os perigos emocionais que podem surgir quando a fantasia se sobrepõe à realidade. O equilíbrio é fundamental, e o excesso de apego pode resultar em isolamento e dependência emocional.
Reconhecendo o valor terapêutico desses bebês hiper-realistas em contextos específicos, a leitura se torna essencial para pais, familiares e terapeutas. A obra oferece acolhimento e esperança, enfatizando que amar também significa saber soltar.