SINOPSE
Em 1973, um assalto a banco em Estocolmo gerou um impasse que desafiou a compreensão das autoridades e do público. O comportamento dos reféns, que pareciam desenvolver uma conexão com os sequestradores, deu origem ao conceito de síndrome de Estocolmo, um fenômeno que ainda intriga. A busca pela sobrevivência leva os reféns a adotar a perspectiva dos criminosos, criando uma dinâmica complexa entre vítimas e agressores.
Explorando diversas situações de abuso e controle, a narrativa propõe uma reflexão profunda sobre os laços que se formam em contextos de violência. A análise das relações entre homens e mulheres revela questões sobre amor, proteção e resistência, desafiando percepções comuns e convidando à reavaliação dos comportamentos femininos diante de situações adversas.