SINOPSE
Durante uma conferência em Montreal, uma reflexão instigante surge sobre as possíveis “alternativas” à prisão. A análise revela que as condições restritivas fora do sistema prisional podem não representar uma mudança significativa, mas sim uma continuidade do controle social, onde o progresso e a vigilância se entrelaçam. A discussão não se limita a novas soluções, mas questiona a intenção de expandir ou reduzir esse controle.
A leitura desse debate provoca uma série de questionamentos sobre a natureza da sociedade civilizada e suas práticas de controle. Contribuições de diversos autores enriquecem essa análise, trazendo à tona a complexidade das questões contemporâneas relacionadas ao sistema penal.