SINOPSE
A hipertrofia do princípio da dignidade humana resultou na proteção dos direitos existenciais, equiparando-os aos direitos patrimoniais. No entanto, essa evolução traz à tona preocupações sobre a personificação do indivíduo em um cenário de globalização e hiperconsumo, gerando confusões sobre a definição de sujeitos e objetos nas relações jurídicas. Discussões sobre direitos dos animais e o uso ético da tecnologia emergem nesse contexto.
O enfoque se volta para os riscos associados ao crescimento dos algoritmos, incluindo inteligência artificial e decisões automatizadas, questionando como essas inovações impactam a função clássica do Direito e suas implicações éticas e sociais.




