SINOPSE
Com a crescente influência de algoritmos e inteligência artificial, surge a necessidade de proteger os direitos fundamentais diante da opacidade e dos preconceitos das máquinas. A análise dos riscos invisíveis, como a discriminação racial em sistemas de avaliação e a precarização do trabalho em plataformas digitais, revela desafios à privacidade e à igualdade, exigindo uma reflexão profunda sobre a autonomia humana.
Ao explorar a complexidade dos algoritmos, o texto propõe uma abordagem regulatória inspirada em modelos europeus, destacando iniciativas que buscam equilibrar inovação tecnológica e proteção jurídica. A obra convida a repensar a soberania estatal em um contexto de vigilância, defendendo um ecossistema normativo que priorize o progresso sem sacrificar a dignidade humana.