SINOPSE
O intelecto humano tem proporcionado grandes avanços, mas o aumento dos diagnósticos de transtornos mentais, como ansiedade e depressão, levanta questões sobre a eficácia do lema “querer é poder”. Para Carl Gustav Jung, essa crença é uma “superstição” que ignora forças além do controle da razão, representadas historicamente por deuses e demônios, que hoje se manifestam como doenças.
Essas forças psíquicas, que compõem o inconsciente coletivo, se expressam através de símbolos presentes em sonhos e criações artísticas, fundamentais para a estrutura mental e a sociedade. O curso explora o modelo psíquico de Jung, destacando a importância dos símbolos como uma linguagem universal da condição humana.