SINOPSE
Um estudo instigante desafia a percepção comum sobre um renomado artista barroco. Levanta-se a hipótese de que Antonio Francisco Lisboa, conhecido por sua genialidade, pode não ter sido o único responsável por sua vasta obra, que poderia ser resultado de uma colaboração em um ateliê, onde ele atuaria como uma figura central. A pesquisa explora contradições e lacunas nas biografias existentes, proporcionando uma nova perspectiva sobre a construção do mito em torno desse ícone colonial.
As reflexões apresentadas convidam o leitor a reconsiderar a narrativa tradicional e a complexidade do processo criativo. Ao examinar as influências e o contexto histórico, o estudo revela um panorama mais amplo sobre a produção artística e a figura de Lisboa, desafiando a ideia de um gênio isolado e ressaltando a importância da coletividade na arte barroca.
