SINOPSE
Configurações de sexualidade, gênero, raça, etnicidade e classe estão passando por novas modulações em relação às forças de securitização e nacionalismo. A análise revela como políticas liberais incorporam sujeitos queer ao Estado-nação, deslocando-os de figuras da morte para sujeitos vinculados a ideias de vida e produtividade, enquanto a inclusão de alguns depende da produção de corpos terroristas orientalizados.
Ideologias heteronormativas e homonormativas se entrelaçam, distinguindo patriotas de terroristas sexualizados e racializados. A obra combina teoria feminista e queer, biopolítica e crítica tecnocientífica, explorando ligações problemáticas entre terrorismo e sexualidade por meio de uma ampla gama de fontes culturais.