SINOPSE
Questões existenciais profundas permeiam a análise do processo civilizatório dos africanos no Brasil, destacando a relevância da presença histórica, social e cultural dos negros na formação da identidade nacional. A obra é estruturada em quatro partes, que exploram a cultura da África pré-colonial, os impactos do colonialismo e do mercantilismo, e o significado da insurgência negra como uma luta pela afirmação existencial.
Além disso, a narrativa investiga a dinâmica de reposição dos valores e da linguagem do processo civilizatório negro africano, revelando suas influências na sociedade brasileira contemporânea.
