SINOPSE
Reflexões provocativas sobre a realidade contemporânea são apresentadas, explorando a identidade como uma questão política e urgente. Com ironia e crítica, o texto desafia a visão eurocêntrica que marginaliza vozes negras, propondo um diálogo necessário sobre a superficialidade de um “capitalismo humanizado” que se diz antirracista.
A obra se destaca como uma ferramenta de resistência, promovendo a mudança social e confrontando a intelectualidade estagnada nas redes sociais. A escrita busca fraturar normas estabelecidas, instigando o pensamento crítico e a inquietude necessária para a transformação.