SINOPSE
Uma análise profunda do longa-metragem de 1978 revela as nuances do conservadorismo na classe média urbana brasileira. Através de uma abordagem interdisciplinar, são examinadas as interações entre arte e sociedade, com foco nas críticas de arte e nas versões audiovisuais do filme. O estudo investiga como a crise econômica e a insatisfação com o governo da época moldaram o comportamento da Família Barata, refletindo os afetos de angústia, culpa e medo que permeiam suas decisões.
Esses sentimentos se entrelaçam com a memória histórica do patriarca, que, ao se aliar a uma multinacional, abandona seu nacionalismo. Essa escolha revela a influência da ideologia colonial e a dependência do projeto plutocrático brasileiro, destacando a complexidade das relações sociais e políticas do período.