SINOPSE
O identitarismo enfrenta um momento de crise, perdendo parte de sua influência e segurança. Embora tenha sido celebrado em diversos círculos, sua linguagem ainda permeia instituições e códigos de conduta, revelando um desgaste que não deve ser confundido com derrota. A análise proposta explora a ascensão dessa ideologia e suas consequências, como o empobrecimento do debate e a transformação da divergência em culpa.
Com uma abordagem que mistura memória e polêmica, a obra investiga um sistema de coerção simbólica que prejudicou a vida pública e o debate democrático, promovendo uma moral punitiva disfarçada de justiça.