SINOPSE
Um diálogo entre teoria política e direito constitucional revela a importância da adaptação razoável como ferramenta para promover igualdade e reconhecimento intersubjetivo. A discriminação indireta, muitas vezes sutil e resultante de normas aparentemente neutras, afeta desproporcionalmente grupos sociais vulneráveis.
Essa abordagem surge como uma resposta eficaz a esse desafio, oferecendo caminhos para mitigar os efeitos negativos da discriminação. O direito à adaptação razoável é fundamental para garantir dignidade e igualdade, atuando como um instrumento para corrigir injustiças que impactam minorias no espaço público e privado.