SINOPSE
Apesar de uma liberalização financeira abrangente, o Brasil mantém uma postura cautelosa frente às pressões internacionais por compromissos definitivos. Esse paradoxo é analisado com profundidade, utilizando uma vasta documentação e ferramentas analíticas que revelam como a “liberalização administrada” se tornou a escolha mais lógica para as autoridades do país.
Explora-se a razão pela qual uma nação disposta a implementar reformas significativas em sua economia adota uma abordagem conservadora nas negociações comerciais internacionais. Nesse contexto, observa-se que o Brasil aplica estratégias semelhantes às utilizadas por países desenvolvidos.
