SINOPSE
Uma análise profunda revela a resposta do Brasil ao fluxo migratório venezuelano em Roraima, destacando a construção de uma governança interagências que envolve o Poder Público, organismos internacionais e a sociedade civil. A narrativa explora os três eixos fundamentais da Operação Acolhida — Ordenamento de Fronteiras, Acolhimento e Interiorização — e como a colaboração entre as Forças Armadas e organizações especializadas transformou a fronteira em um espaço de documentação e integração.
Com base em pesquisa de campo e revisão bibliográfica, o texto descreve as dinâmicas institucionais e operacionais que moldam a eficácia da resposta humanitária. A proposta central sugere que a verdadeira medida de um Estado está na forma como acolhe aqueles que chegam em busca de segurança, promovendo uma reflexão sobre políticas públicas que possam transformar crises em oportunidades de recomeço.