SINOPSE
Durante as férias, o protagonista percebe como a saturação informativa dos meios de comunicação altera sua mente. Essa nova dinâmica provoca um aumento na atividade da subjetividade, mudando a plasticidade mental e a produção hormonal do ser humano. A busca por sentido em meio a tantas informações gera um presente virtualizado, onde a memória de curto prazo se destaca, mas a de longo prazo sofre com a falta de armazenamento adequado.
Esse cenário impacta a temporalidade e as emoções, fragmentando a identidade entre o eu virtual e o presencial. Em momentos de crise, reflexões sobre a morte e a influência de informações negativas revelam a fragilidade da mente humana, que se torna mais impulsiva e instintiva. O debate sobre as transformações sociais e tecnológicas se intensifica, apresentando uma nova cultura em formação.
