SINOPSE
Um recorte instigante da filosofia ocidental revela a coragem da verdade, destacando a distinção entre a “metafísica da alma” e a criação de um bíos, uma estética da existência entre os cínicos. A transição da preocupação com a vida para uma vida radicalmente diferente provoca reflexões profundas sobre as relações entre esse conceito e a arte, além de seu impacto no modo de ser moderno.
Essa análise propõe uma hipótese rica, que servirá como base para uma série de ensaios que exploram as nuances do cinismo e suas implicações na contemporaneidade.
