SINOPSE
Transformar aspectos materiais e imateriais da vida em mercadorias resulta na precarização das relações sociais, reduzindo-as a meros símbolos monetários. Essa análise do processo econômico capitalista revela a necessidade de uma luta por uma transformação radical das relações sociais, que vá além do lucro e do salário, abordando as fontes de rendimento econômico de maneira mais justa.
O capitalismo, longe de ser um paradoxo da pobreza em meio à abundância, é a própria contradição social que perpetua a apropriação de trabalho não pago e riqueza social de forma privada. Essa dinâmica revela a urgência de repensar as estruturas sociais e econômicas que sustentam essa realidade.








