SINOPSE
Durante uma década de crise no setor bancário, a política portuguesa passou por diversas mudanças, começando com a nacionalização de instituições falidas. Inicialmente, havia promessas de responsabilizar banqueiros e investidores, mas, ao final, o governo e outras entidades decidiram que os contribuintes arcariam com os custos, ignorando o passado.
As consequências desse regime, moldado por figuras influentes do setor, impactam diretamente a população, que enfrentará o peso das dívidas deixadas pela banca nacional por, pelo menos, 40 anos. A responsabilidade é compartilhada, mas alguns se destacam pela culpa.