SINOPSE
Uma análise profunda revela a transição de uma sociedade de controle para uma de desempenho, onde a crença na capacidade individual se torna predominante. Nesse novo cenário, cada pessoa se torna seu próprio carrasco, exigindo eficiência máxima em suas ações. Essa perspectiva, embora beneficie o sistema produtivo ao aumentar a produtividade, gera um impacto negativo na saúde mental, resultando em um aumento de depressão, frustração e até suicídios.
As grandes corporações, cientes desse fenômeno, adotam slogans motivacionais que reforçam a ideia de que tudo é possível com esforço e determinação, perpetuando a pressão sobre os indivíduos. Essa dinâmica complexa entre produtividade e bem-estar traz à tona questões urgentes sobre o custo emocional da busca incessante por resultados.
