SINOPSE
Um corpo parte, e a vivência do que ficou é um desafio solitário. A narrativa explora o processo de reaprender a habitar o próprio corpo após uma cirurgia, revelando medos, silêncios e a raiva que emergem nesse caminho. A jornada é marcada por uma pausa forçada, onde o regresso à vida se torna um ato de coragem e vulnerabilidade.
Não se trata de autoajuda, mas de uma travessia autêntica, onde a recuperação abrange não apenas o físico, mas também o emocional e existencial. É um convite à desaceleração e à redescoberta de si mesmo.