SINOPSE
A reflexão proposta aborda a Clínica de Linguagem com afásicos, enfatizando a intersecção entre as modalidades oral e escrita como um meio de transformação na condição do paciente. A implementação da escrita autobiográfica surge como um suporte essencial para lidar com o luto associado à afasia, revelando um drama subjetivo que vai além das dificuldades linguísticas.
A experiência do afásico é marcada por uma perda significativa de sua posição como falante, resultando em isolamento e marginalização social. Essa situação intensifica a dor da “perda de vez e voz”, afetando profundamente suas relações com os outros falantes.