SINOPSE
A pesquisa explora a aplicabilidade da teoria do Modelo Mental de Kenneth Craik como ferramenta para a tomada de decisão. A análise se concentra na decisão dos Estados Unidos em 1945 sobre o uso da bomba atômica em Hiroshima e Nagasaki, destacando a relevância do Modelo Mental em um contexto de incerteza e complexidade, onde a rapidez na resposta é crucial.
O estudo investiga a origem e evolução da teoria, propondo que ela permite ao ser humano simular alternativas e aprender com experiências passadas. Conclui-se que, embora útil, sua eficácia depende da disponibilidade de tempo para resolver problemas, minimizando vieses subjetivos.
