SINOPSE
Questões sobre o futuro de Israel e a Teoria da Substituição são debatidas por teólogos contemporâneos, levantando a dúvida se a Igreja realmente ocupa o lugar do povo judeu nas promessas bíblicas. A discussão se intensifica, especialmente após eventos históricos significativos, como o Holocausto e a criação do Estado de Israel.
Dois especialistas em ensino bíblico exploram de forma clara e fundamentada a posição de que a Bíblia não apoia a ideia de substituição. A análise revela que a fundação do Estado judeu em 1948 reafirma a importância de Israel nas profecias, desafiando conceitos teológicos estabelecidos.
