SINOPSE
Reflexões críticas sobre a formação de psicólogos no Brasil são trazidas à tona, questionando a preparação formal dos profissionais diante do racismo estrutural. A falta de contextualização social-histórica nos programas de formação compromete a atuação desses profissionais em um contexto social marcado por desigualdades.
A pesquisa revela que a temática racial é frequentemente negligenciada na formação universitária, resultando em uma preparação deficiente para lidar com questões raciais. A obra provoca uma análise profunda sobre como o racismo desumaniza suas vítimas e desvela a natureza do preconceito na sociedade.