SINOPSE
Denúncias sobre a imoralidade do Estado Brasileiro permeiam esta análise crítica, que expõe a emissão de títulos públicos e a falta de pagamento de Precatórios. A obra argumenta que, ao invés de o cidadão ser considerado desonesto por buscar receber suas dívidas, é o próprio Estado que falha em cumprir suas obrigações, desrespeitando a Constituição Federal e seus princípios.
Explorando conceitos jurídicos como prescrição e decadência, a narrativa revela a lógica por trás da conduta estatal, apresentando exemplos de títulos e empréstimos não pagos. Apesar de muitos serem antigos, a dívida permanece exigível, refletindo uma questão histórica e atual.




