SINOPSE
Uma análise profunda revela as estruturas históricas, culturais e psíquicas que sustentam a violência contra o feminino, mostrando como o patriarcado se torna uma lógica incorporada e naturalizada. A intersecção entre filosofia, psicologia e experiência clínica expõe a psicopatia social como um fenômeno coletivo, que normaliza a dor e perpetua relações de dominação.
O leitor é desafiado a confrontar não apenas a realidade externa, mas também suas próprias vivências, reconhecendo as formas sutis de violência e os pactos invisíveis que sustentam o que se deseja superar. Um convite à lucidez e à reflexão crítica.