SINOPSE
Uma análise profunda revela a complexidade de avaliar a efetividade das propostas individualistas que dominam a promoção da saúde, baseadas em evidências científicas. A discussão se concentra nas consequências de uma abordagem que, alinhada ao liberalismo, tende a desconsiderar a responsabilidade coletiva em relação à saúde dos indivíduos.
O conceito de “saúde persecutória” emerge como um convite à reflexão sobre como as práticas de promoção e prevenção podem ser moldadas por ideais que priorizam o indivíduo em detrimento do bem-estar coletivo, desafiando as normas estabelecidas.
