SINOPSE
Explorando a riqueza do vernáculo, a obra mergulha na essência da língua como uma expressão artística única de cada nação. A figura emblemática de Inês de Castro é utilizada para ilustrar o amor trágico e a melancolia que permeiam a experiência humana, revelando a vulnerabilidade emocional daqueles que se foram.
O enigma do verso “Saudade minha ¿quando te veria?” é desvendado em camadas, trazendo à tona a profundidade desse sentimento. Com um estudo meticuloso, a autora oferece uma leitura essencial para os admiradores da língua portuguesa e sua complexidade.
