SINOPSE
Para sobreviver, é necessário, muitas vezes, deixar para trás a própria identidade. A rosa, símbolo de beleza, enfrenta uma jornada de autodescoberta, refletindo as complexidades da experiência humana. Em cinco ciclos poéticos, a narrativa explora temas como o nascimento, o florescimento, a decadência, a morte e o renascimento.
Com uma combinação de delicadeza e ruptura, os poemas revelam que o crescimento nem sempre é uma celebração e que a perda pode ser uma etapa essencial na busca por si mesmo. A transformação é inevitável e cheia de significados.