SINOPSE
Uma fábula filosófica que explora a decadência da escuta no campo da saúde mental. Em um centro clínico, os psicanalistas tomam o lugar do paciente, gerenciando o espaço com eficiência burocrática, mas sem a sensibilidade necessária. Personagens emblemáticos, inspirados em clássicos, revelam a ironia de um sistema que se distancia da essência da psicanálise.
Com humor mordaz, a narrativa critica não apenas a prática clínica, mas também instituições e tendências contemporâneas, questionando a verdadeira natureza da escuta e do cuidado no tratamento do sofrimento humano.