SINOPSE
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Na vastidão da Floresta Amazônica, animais falam, governam e resistem em uma alegoria poderosa que reflete a política e a memória. Entre os protagonistas, o Capitão Leão Dourado, um líder autoritário, e o Professor Sapo-Cururu, a voz da razão, enfrentam desafios que expõem as fragilidades da selva. A narrativa se intensifica com a chegada de um “vírus da morte”, que transforma a dinâmica da floresta.
Com a divisão entre medo e esperança, os bichos aprendem a lutar e a se unir. A história culmina em um grito pela democracia, onde cada voz, por menor que seja, importa. A clareira brilha com a resistência, enquanto o coaxar se torna símbolo de um futuro onde rugidos não têm mais poder.
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