SINOPSE
Ao longo da trajetória brasileira, um mal-entendido permeia a distinção entre o que é público e privado. Fortunas foram erguidas com recursos oriundos do trabalho do povo, enquanto o Estado, que não gera riqueza, se sustenta da apropriação de parte dessa produção. Essa dinâmica revela como o esforço coletivo sustentou muitos impérios ao longo do tempo.
O conceito de uma República das fortunas subsidiadas emerge como uma reflexão crítica sobre a relação entre o Estado e a sociedade. Este volume inicial de uma série explora as complexidades da história recente do Brasil, preparando o terreno para novas discussões.