SINOPSE
Os direitos à Liberdade de Fé e ao Livre Exercício de Culto são frequentemente desafiados quando se trata de crenças de origem africana. A presença de um acervo significativo de arte sacra afrorreligiosa, anteriormente sob a custódia de uma instituição policial, revela um histórico de desrespeito e violência. Terreiros atacados, agressões a praticantes e tentativas de criminalização das práticas religiosas refletem um ciclo de perseguição alimentado por discursos de ódio.
O texto explora a intersecção entre racismo e a violência direcionada às religiões de matriz africana no Brasil. A autora analisa séculos de colonização e políticas eugenistas, proporcionando uma reflexão profunda sobre a identidade nacional e seu impacto nas experiências religiosas dos povos tradicionais de terreiro.